sábado, 27 de agosto de 2011
Brinquedoteca
Brinquedoteca da Creche Jurema - Vitória da Conquista-BA
Colegas de trabalho: Professora Cléusa, Professora Laurita e Professora Ester
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A escola que dá uma lição de vida
Quase todos os dias, David, de 6 anos, passa algumas horas na sala de aula. Ele faz desenhos, pinta, cria, brinca, se diverte no computador e dá os primeiros passos na leitura e na escrita. Nada fora do comum se o garoto não travasse, há dois meses, uma árdua luta contra a leucemia e se a sua escola não estivesse instalada na ala de pediatria, no quinto andar do Hospital A.C. Camargo, uma das referências nacionais para o tratamento de câncer.
Assim como seus pequenos pacientes, as 14 professoras (12 da Prefeitura e duas do Estado) da Escola Especializada Schwester Heine, se esforçam diariamente para evitar que os pacientes mirins em tratamento hospitalar percam o ano letivo. Elas acompanham o aprendizado das crianças e dos jovens, orientam nas tarefas e até aplicam provas, enviadas pelas escolas de origem. Mas, mais do que evitar a repetência, a escola tem o papel fundamental de proporcionar a socialização e também a elevação da auto-estima.
"O objetivo é trazer o convívio escolar, que faz muita falta às crianças, já afastadas do convívio social por causa da doença", disse Márcio Camargo, diretor de Ensino do hospital. Desde que foi fundada, há 20 anos, numa iniciativa de Carmem Prudente, a escola já atendeu 8,5 mil crianças. "Trabalhamos com uma média de 500 por ano", explicou Camargo. A Schwester Heine foi a primeira escola criada dentro de um hospital no País.
Momentos – Para as crianças, frequentar a colorida sala de aula é uma alegria dentro de um momento complicado, doloroso e difícil. "Fica mais fácil superar a doença. O meu filho fica mais contente", disse Delfina Norberta Magalhães, mãe de David. Sempre calado, o menino não desgruda os olhos da tela do computador onde brinca com jogos educativos. Ele fica internado de tempos em tempos para as sessões de quimioterapia.
Risonho, falante e "fazedor" de caretas, Arthur, de pouco mais de dois anos, nem reclama mais de ter de ir com frequência ao hospital. "Ele diz que vai para a escola", conta Eva, a avó. A mãe do menino, Carla, disse que ele quer ficar na sala de aula o tempo todo. "Ele nem quer tirar a agulha usada para a quimioterapia porque não quer voltar para casa", afirmou.
Luiz Durval Silva Queiroz, pai de Maria Alice, de 8 anos, é de Aracajú e está há quase um ano em São Paulo para acompanhar o tratamento da filha. "A escola dela, a Babylândia, manda o material via correio para que possa continuar aprendendo", disse. Para Luiz, a atividade é muito importante. "Além de não perder o ano, ela se distrai e se preocupa menos".
Ao contrário de Arthur, que fica triste ao ir embora, Elly, de 10 anos, não reclamou de voltar para casa. Já "de alta", ele terminava de preparar alguns enfeites de Natal que serão usados por seus colegas de hospital na festa comunitária. Elly é evangélico e não comemora a data. O garoto gosta da escola e se destaca pelos bonecos que faz. "Eu aprendo muito", disse.
"Já descobrimos muitos talentos aqui", afirmou a professora Eliane Latterza, há oito anos na Schwester Heine. Segundo ela, a escola ajuda, inclusive, a tratar a família, que acaba adoecendo junto com a criança. "O mais importante é manter a aderência ao tratamento. Ajudamos a criar na criança a perspectiva de ter uma vida melhor no futuro, de sonhar com o que vai ser quando crescer", explicou. A escola tem muitos ex-pacientes curados, adultos e graduados.
Formação – Com 20 nos de atuação, a escola Schwester Heine funciona atualmente em três ambientes no hospital – internação, brinquedoteca e no laboratório Lavoisier –, se tornou referência e passou a orientar a realização de projetos semelhantes em outras instituições de saúde dentro e fora do Estado de São Paulo. Agora passará também a investir na formação de profissionais.
Na semana passada realizou o curso Formação de Professores -Atendimento Pedagógico Hospitalar , com oito horas de aulas teóricas e quatro horas de visita monitorada. Para o próximo ano, o A. C. Camargo tem como objetivo a instalação de um curso de pós-graduação com o mesmo tema. "Queremos desenvolver especialistas em pedagogia hospitalar", finalizou Márcio Camargo. Sandra Manfredini
fonte:http://pedagogohospitalar.blogspot.com/2010_02_01_archive.html
CLASSE HOSPITALAR NO MUNDO: UM DESAFIO À INFÂNCIA EM SOFRIMENTO
Sandra Maia Farias Vasconcelos
Universidade Estadual do Ceará
Introdução
O hospital é por natureza um lugar que causa temor, por ser o encontro da vida com a morte. De extrema abertura nos antigos tempos, aos mais rigorosos e fechados ambientes de há pouco, o hospital passa hoje por um processo de abertura no que concerne ao tratamento humanizado aos pacientes. Segundo BERTHET (1983), a saúde comporta três noções essenciais:
1) a saúde é o equilíbrio e a harmonia de todas as possibilidades da pessoa humana, biológicas, psicológicas e sociais. O que exige por um lado, a satisfação das necessidades do homem e por outro lado o questionamento da adaptação constante do homem a um ambiente em perpétua mutação.
2) a saúde no plano individual é a plenitude de vida, o equilíbrio qualitativo, a harmonia total da pessoa humana, com o objetivo de enriquecer cada um de seus dons, ou seja, cada ser humano busca encontrar em sua existência o meio de desenvolver todas as suas possibilidades. À noção de saúde individual devem ser somadas às de saúde familiar e de saúde comunitária.
3) a saúde supõe a existência de uma força potencial de reserva que permite ao organismo de resistir aos choques físicos e psíquicos quotidianos. Essa força potencial que podemos chamar resiliência é em parte devida a nossa herança genética, e em parte adquirida ao longo da vida pela aplicação de regras elementares de uma vida sadia.
Graças à humanização, aceita-se com facilidade hoje a necessidade de incluírem-se outros profissionais além do corpo médico no meio hospitalar, transformando-o em um contexto afetivo, e de reintroduzir a emoção no funcionamento cognitivo.
A afetividade é uma dimensão de nosso pensamento tão essencial quanto o pensamento. Os médicos costumam dizer que quando o corpo cala, os órgãos falam. A afetividade nos constitui, ela se identifica com nosso próprio pensar e nos identifica como pessoas. Amores, paixões, gostos, interesses, rejeições, repulsas, ódios e rancores, tudo isso forma o ser humano e dele é inseparável. Não há distância entre o homem e seus sentimentos.
O hospital infantil é por excelência um ambiente carregado de emoções. A doença exclui a criança de seu ambiente, imobilizando-a social e intelectualmente. Junto ao fato de estar excluída de seu ambiente, de estar doente e ser diferente de seus colegas de escola, aparece com freqüência uma queda da auto-estima. A criança atingida por doença de tratamento em longo prazo, vê-se inconcebível e contrária à vida: talvez daí derive o silêncio em que freqüentemente se afunda. O diagnóstico de uma doença grave ou a chegada de uma situação diferente e excluidora, compromete o desenvolvimento psico-intelectual da criança por provocar sensações de confusão entre as noções de continuidade, de ruptura e de plenitude (Snyders,1986)[1].
Essas crianças sofrem pela doença, pelo distanciamento do ambiente familiar e dos amigos, e de seu ambiente social, a escola. A intervenção pedagógica já é uma realidade no ambiente hospitalar, graças à iniciativa de grupos voluntários e algumas instituições e universidades preocupadas com o afastamento da escola sofrido por crianças e adolescentes enfermos hospitalizados. Em alguns casos de doenças graves, esses jovens passam meses, quem sabe anos, sem freqüentar a escola, longe do processo de escolarização. Assim o jovem abandona a escola e a escola abandona o jovem.
A classe hospitalar busca recuperar a socialização da criança por um processo de inclusão, dando continuidade a sua aprendizagem. A inclusão social será o resultado do processo educativo e reeducativo. A escola é um fator externo à patologia, logo, é um vínculo que a criança mantém com seu mundo exterior. Se a escola deve ser promotora da saúde, o hospital pode ser mantenedor da escolarização. E escolarização indica criação de hábitos, respeito à rotina; fatores que estimulam a auto-estima e o desenvolvimento da criança e do adolescente.
O distanciamento do processo de escolarização repercute fortemente no processo de socialização, pois a perda de contato da criança ou adolescente com seus colegas é imediata. Outro fator preponderante na perda de escolarização vem da própria doença, acarretadora de grande sofrimento, e ainda promovedora do grande dilema do preconceito. As escolas para crianças e adolescentes não informam seus alunos sobre doenças, e logo que um colega é acometido de uma enfermidade grave, os pares não estão preparados para prover um apoio. Não raro acontece o pior: o afastamento dos colegas sadios e o isolamento do colega doente.
Muitos pais de crianças sadias se sentem incomodados com o contato do filho com um colega atingido por câncer ou Aids, por exemplo. A deficiência física e mental também é um obstáculo para muitas famílias sadias. Na maior parte das vezes, segundo depoimentos de professores hospitalares, esse preconceito se deve à desinformação dos pais.
O principal objetivo da classe hospitalar é, assim, fazer um acompanhamento pedagógico a crianças e jovens com dificuldades graves de saúde física ou mental e que estão definitiva ou temporariamente impedidos de freqüentar a escola regular.
Não se trata de Educação Especial. É a Educação Escolar ordinária, aquela que nutre o sujeito de informações sobre o mundo dentro do currículo escolar definido pela educação nacional. Marca-se como diferença entre a classe hospitalar e a classe especial o fato de que a segregação das crianças não se deve à rejeição por outras classes, mas à doença que as impede de ir à escola. Longe de rejeitá-los, a escola vai até eles, no hospital.
A Classe Hospitalar tem seu início em 1935, quando Henri Sellier inaugura a primeira escola para crianças inadaptadas, nos arredores de Paris. Seu exemplo foi seguido na Alemanha, em toda a França, na Europa e nos Estados Unidos, com o objetivo de suprir as dificuldades escolares de crianças tuberculosas. Pode-se considerar como marco decisório das escolas em hospital a Segunda Guerra Mundial. O grande número de crianças e adolescentes atingidos, mutilados e impossibilitados de ir à escola, fez criar um engajamento sobretudo dos médicos, que hoje são defensores da escola em seu serviço.
Em 1939 é Criado o C.N.E.F.E.I. – Centro Nacional de Estudos e de Formação para a Infância Inadaptada de Suresnes, tendo como objetivo formação de professores para o trabalho em institutos especiais e em hospitais. Em 1939 é criado o Cargo de Professor Hospitalar junto ao Ministério da Educação na França.
O C.N.E.F.E.I. tem como missão até hoje mostrar que a escola não é um espaço fechado. O centro promove estágios em regime de internato dirigido a professores e diretores de escolas; a médicos de saúde escolar e a assistentes sociais.
Dentre os objetivos da Classe Hospitalar está a possibilidade de compensar faltas e devolver um pouco de normalidade à maneira de viver da criança. O professor hospitalar será o tutor global da criança para que ela possa ser tratada de seu problema de doença, sem esquecer as necessidades pessoais. A intervenção faz com que a criança mantenha rastros que a ajudem a recuperar seu caminho e garantir o reconhecimento de sua identidade.
O contato com sua escolarização faz do hospital uma agência educacional para a criança hospitalizada desenvolver atividades que a ajudem a construir um percurso cognitivo, emocional e social para manter uma ligação com a vida familiar e a realidade no hospital.
Em termos de estratégias de crescimento cognitivo e intelectual, a Classe Hospitalar vem oferecer à criança ferramentas de comunicação com sua realidade familiar, com outras pessoas de sua idade e com outros pacientes; oferecer situações de jogos e entretenimentos; garantir a continuidade didática com a escola de origem além de ajudar a criança e a família a apreender os novos ritmos e os novos projetos, quando o projeto de antes tornou-se impossível.
A Formação de Professores para atendimento escolar hospitalar no CNEFEI tem duração de dois anos. Desde 1939, o C.N.E.F.E.I. ja formou 1.000 professores para as classes hospitalares, cerca de 30 professores a cada turma. A cada ano ingressam 15 novos professores no Centro. Isso faz com que hoje todos os hospitais públicos na França têm em seu quadro 4 professores: dois de ensino fundamental e dois de ensino médio. Cada dupla trabalha em expedientes diferentes, de segunda a sexta.
No Brasil, a legislação reconheceu por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente Hospitalizado, através da Resolução nº 41 de outubro de 1995, no item 9, o “Direito de desfrutar de alguma forma de recreação, programas de educação para a saúde, acompanhamento do currículo escolar durante sua permanência hospitalar”.
Em 2002 o Ministério da Educação, por meio de sua Secretaria de Educação Especial, elaborou um documento de estratégias e orientações para o atendimento nas classes hospitalares, assegurando o acesso à educação básica.
De acordo com esse documento, a educação tem potência para reconstituir a integralidade e a humanização nas práticas de atenção à saúde; para efetivar e defender a autodeterminação das crianças diante do cuidado; para propor um outro tipo de acolhimento das famílias nos hospitais, inserindo a sua participação como uma interação de aposta no crescimento das crianças; para entabular uma educação do olhar e da escuta na equipe de saúde mais significativa à afirmação da vida.
A classe hospitalar constitui uma necessidade para o hospital. A criação de classes hospitalares é uma questão social e deve ser vista com a mesma seriedade e o mesmo engajamento que a promoção da segurança nas ruas. A classe hospitalar se dirige às crianças, mas deve se estender às famílias, sobretudo àquelas que não acham pertinente falar sobre doenças com seus filhos. A intenção grandiosa nesse projeto deve ser a humanização do hospital para o contato com as possibilidades da criança vítima de algum tipo de patologia.
O professor hospitalar deve ter a consciência dos monstros viventes na mente das crianças: o medo, o controle, a mudança e a incerteza. No hospital, tudo é incerteza para a criança: tiram-lhe as roupas, ela se vê igual às outras, sua mãe acompanhante se torna igual às outras mães, a criança ignora o que vai fazer, comer, quem vai vê-la etc.
Portanto, consciente dessa nova situação, a intervenção escolar deve se tornar parte dessa rotina, com muita ética. E ser ético é ser humano, é respeitar limites, é resgatar o lado saudável da criança, é dar-lhe singularidade.
O interventor pedagógico deve ser um oportunizador da aprendizagem que, longe das paredes da escola, forma escola no momento do contato.
O número de classes hospitalares no Brasil é ainda tímido se considerarmos a imensidão do país; mas já é um começo bastante otimista.
A classe hospitalar é um direito de toda criança, mas a experiência pode se estender a adultos e à terceira idade.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
FAMÍLIA UNIDA
Esta é a familia dos irmãos dedoche
aqui todos tem uma função , não existe preguiça, um esta sempre disposto
a cooperar com o outro.
Este é um verdadeiro modelo de união e cooperação.
Vale a pena conhece-los.
Vocês conhecem alguma história em que esta familia atuou?
Então conte ...
BRINCADEIRAS FOLCÓRICAS
A questão das brincadeiras folclóricas foi resgatada, através de experiências e relatos de pais de alunos, que trouxeram para sala de aula algumas brincadeiras que já haviam sido esquecidas. Os alunos partiram para uma pesquisa de campo onde entrevistaram os seus pais ou pessoas que pudessem contar-lhes e até ensinar jogos e brincadeiras.
Cobra-Cega – Escolher a cobra-cega, vendar-lhe bem os olhos. Este jogador fica no centro de uma roda e tenta pegar uma pessoa. O grupo deve fugir ou avançar de acordo com a localização da cobra-cega. Fica no lugar da cobra-cega, aquele que foi pego por ele. 
Material Usado: Um pedaço de tecido para vendar os olhos.
Escravos de Jó – A brincadeira consiste em todos os participantes sentarem lado a lado, em um grande círculo, cada um com sua lata. Ao iniciar a música, as crianças passarão a lata para o seu vizinho e assim será, até chegar no zig, zig, zá onde a criança irá segurar a lata e passar para o vizinho da direita, esquerda, direita e continuar a brincadeira.
Jogavam caxangá,
Guerreiros com guerreiros, 2x
Fazem zig, zig, zá
Material Usado – para cada criança uma lata com tampa (de diversos tamanhos) e papéis coloridos (para enfeitar as latas).
Procedimento – Desenha-se um triângulo no chão com o giz, coloca-se uma bolinha em cada ponta e uma no centro. O participante precisa acertar a bolinha que está em qualquer lugar dentro do triângulo. Se acertar e tirar de dentro do triângulo, ganha a bolinha, mas se errar é a bolinha que fica dentro.
Amarelinha – Antes de tudo é necessário fazer no chão os números de 1 a 10.
Fique no espaço “Céu” e jogue a pedra no número 1. Pule as outras casas com um pé só até chegar ao “Inferno” ou “Terra” . Em caso de duas casas, pule com um pé só em cada casa. Volte também pulando com um pé só, pegue a pedra e volte ao “Céu”. Repita o procedimento com os outros números.
Material utilizado – Giz para riscar o chão e uma pedra para jogar. Cada jogador poderá ter a sua.
Número de participantes – A partir de três.
Procedimento – Escolhe uma pessoa para ser a mãe da rua. Desenha um espaço grande e retangular dividido em três partes. O restante se separa em dois grupo. Os grupos ficam nos cantos, e a mãe da rua no meio. Os participantes tentam passar de um pé só para o outro lado, tentando não ser pego pela mãe da rua. Ganha a brincadeira quem não for pego.
Música: Pula-Pula do Saci 
Saci Pererê aonde vai você?
Saci Pererê aonde vai você?
Eu vou à casa do meu amigo,
Buscar uma lanterna para caçar.
Obs.: Essa música foi feita com o ritmo da canção: “Pirulito que Bate-Bate”.
Roda com fitas
Material : Fita colorida de mais ou menos 1,50 m e um mastro que pode ser um cabo de vassoura.
Número de participantes – Mesmo número de fitas.
Procedimento – Cada pessoa pega uma fita e quando começa a música começam a rodar interlaçando-as. A música pode ser uma Junina.
Cabo de Guerra – É dado o sinal para começar a brincadeira. Os grupos precisam puxar a corda por completo para o lado do seu grupo. Quem puxar a corda por completo é o grupo vencedor.
Dica – pode se marcar a corda ou o chão para saber quando o grupo ganha.
Material – Corda.
Número de participantes – A partir de 2 pessoas até que preencha-se os 2 lados com o mesmo número de pessoas
Brincadeiras com cordas – (para crianças menores) Aumenta-aumenta – Colocar a corda no chão para as crianças saltarem e ir aumentando a altura aos poucos e/ou inverso que seria o desce-desce com a corda no alto as crianças passam e vão abaixando aos poucos. Já a brincadeira de saltar a cobrinha, move-se a corda no chão de modo que ela pareça uma cobra em movimento. As crianças devem saltar a “cobra” sem pisar nela. Na mesma brincadeira para crianças maiores – (cantada) Enquanto as crianças cantam, quem está pulando a corda deve fazer o que a música pede. 
“Um homem bateu em minha porta,
E eu abri.
Senhoras e Senhores
Pule num pé só,
Senhoras e Senhores
Dê uma rodadinha
E vá para o olho da rua “.
Chicotinho Queimado – Os participantes da brincadeira ficam sentados em círculo. Uma pessoa fica falando e indo para as outras colocando a mão na cabeça a cada sílaba. A seguinte frase : “Chicotinho queimado vale dois cruzados, quem olhar para trás leva chicotada”. Na pessoa que parar a última sílaba da palavra chicotada sai da brincadeira. 
Eu com as Quatro – Dividir as crianças em grupo de quatro e fazer uma roda. Quando eles cantarem “Eu com as quatro”, cada criança bate palma (1 vez na frente do corpo) , abre os braços e bate palma com o colega do lado. Quando cantarem “Eu com ela”, bate palma (1 vez na frente do corpo) e vira-se para o lado a fim de bater palma com o colega do lado esquerdo. “Eu sem ela” – repetir o mesmo procedimento de bater palmas com o colega do lado direito. “Nós por cima” – bater palma – repete-se novamente o procedimento e bater com o colega que está a sua frente no alto (por cima) e finalmente “Nós por baixo” – bater palma novamente e bater com o colega que está a sua frente por baixo.
“Eu com as quatro
Eu sem ela (e)
Nós por cima
Nós por baixo”
Pião (Brincadeira de Fieira) – Faz-se um círculo no chão ou na terra e cada participante terá que jogar o pião dentro círculo. O pião terá que rodar dentro do círculo e sair quando parar. Caso o pião não saia do círculo, ficará preso, então o outro jogador tentará tira-lo ou também tentará quebrá-lo ou furá-lo. Se o pião que estava preso sair ele está salvo e poderá jogar novamente.
Material utilizado – Pião e fio de barbante.
Número de Participantes – Três ou mais. 
Peteca – Ficam vários participantes em círculo, ou de frente em caso de dupla. Fica-se em roda jogando a peteca de um lado para o outro, mas sempre para alguma pessoa. Se deixar cair à peteca sai da brincadeira, tendo apenas três chances para continuar no jogo. Ganha quem ficar por último sem deixar a peteca cair.
Número de participantes – Dois ou mais.
DOMÍNIO POPULAR
IMAGENS RETIRADA DA NET
"A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR na Educação Infantil”.
alunos da Creche Jurema brincando na quadra.
por: Ester Andrade Elias
"Vamos abrir a porta para brincar? Pois o jogo pode resgatar o mais humano em nós" Adriana Friedmann
"Vamos abrir a porta para brincar? Pois o jogo pode resgatar o mais humano em nós" Adriana Friedmann
Com base nos parâmetros curriculares pedagógicos da “educação infantil em situação escolar" sustentam uma situação em que a pré-escola é vista como uma antecipação das rotinas do ensino fundamental, quando o currículo deste é aplicado em criança de zero a seis anos. Dando em construção uma proposta de uma pedagogia não-escolar para a educação infantil, superando o assistencialismo e se firmando na educação e no cuidado, envolvendo criança e adulto, que viabiliza uma nova organização de tempo e espaço pedagógico, com o desenvolvimento de projetos, vindo a garantir na escolarização a construção da cultura infantil. Com ampliação da rede de solidariedade nas preocupações com as crianças de zero a seis anos, reavivando a imagem do professor diante do sentido da ação educativa na contemporaneidade.
Muito embora só recentemente é que a Educação Infantil tenha se tornado direito das crianças, o atendimento a essa faixa etária em instituições variadas, como: pré-escola, jardim de infância, creches e outros, já existe no Brasil há um século. Durante muito tempo, tem se discutido sobre como as crianças aprendem, como se dá à compreensão do processo que leva a criança a construir conhecimentos, e o que elas são capazes de aprender, brincar e cuidar.
Percebe-se que os educadores da atualidade precisam utilizar-se do lúdico na educação infantil, ao diferenciar o trabalho da brincadeira a humanidade observou a importância da criança que brinca. Começando a ser investigados pelos pesquisadores que consideram a ação lúdica como metacomunicação, a possibilidade da criança compreender o pensamento e linguagem do outro.
Tornando-se questões centrais para os profissionais da área com a introdução da brincadeira no contexto infantil, mas para que se faça a abordagem no desenvolvimento da criança, é importante explicar, a priori, como se dá o desenvolvimento na proposta “froebeliana” que influencia a educação infantil de todos os países. Esta influencia resume o modo pelo qual cada país interpreta sua realidade cultural. Embora Froebel definisse o brincar como ação livre e espontânea da criança, um suporte para o ensino, permitindo a variação do brincar ora como atividade livre ora orientada. Entende que é destino da criança "viver de acordo com sua natureza, tratada corretamente, e deixada livre, para que use todo seu poder. (...) A criança precisa aprender cedo como encontrar por si mesmo o centro de todos os seus poderes e membros, para agarrar e pegar com suas próprias mãos, andar com seus próprios pés, encontrar e observar com seus próprios olhos" (Froebel, 1912c, p.21).É preciso relembrar as funções da escola, entre elas está a proposta da preparação da criança para o convívio do grupo e em sociedade. Despontando-se inteligentes, curiosas, ativas, solidárias, criativas, integrada no meio em que vive, que dialoga e participa da construção de seu caminho, ao mesmo tempo, ávida por afeto, brincar, correr, sorrir, chorar, viver e por sonhar.
Para as crianças, o brincar e o jogar são modos de aprender e se desenvolver. Não importa que não saibam disso, ao fazer essas atividades, elas vivem experiências fundamentais. Dai porque se interessam em repeti-las e representá-las até criarem ou aceitarem regras que possibilitem compartilhar com colegas e brincar e jogar em espaços e tempos combinados.
Por fim, brincar é uma necessidade do ser humano, quando brinca ele pode aprender de uma maneira mais profunda, podendo relacionar pensamentos, criar e recriar seu tempo e espaço adaptando-se melhor as modificações na vida real. No momento da brincadeira a criança pode pensar livremente, pode ousar imaginar, não tendo medo de errar, fazendo de um pedaço de madeira o que quiser. Temos muito que aprender sobre a condução dos trabalhos com os pequeninos.
As atividades sugeridas são relacionadas ao desenvolvimento da linguagem oral e escrita para ser aplicada para crianças de 4 e 5 anos.
O jogo do faz - de – conta
O jogo simbólico é marcado pela representação. Quando a criança assume o papel de um personagem, ela mergulha no mundo de faz – de - conta. Da mesma forma, um tabuleiro pode representar uma história que só faz sentido durante aquele percurso (na vida real é um peão ou uma pedra que avançam sobre as casas, mas todos achamos que somos nós mesmos a percorrer a trilha).
· A turma deverá sentar em circulo, para que seus colegas possam observar os movimentos quando o colega estiver representando.
· Depois, cada aluno deverá fazer a sus representação característica.
· Depois de cada representação todos irão aplaudir .
· Peça que os alunos vistam a fantasia que represente o seu personagem
MATERIAL:
· Caixa ou baú com varias fantasias
· mini palco (podendo ser um caixote) .
· cenário
BRINCANDO DE BERLINDA:
Fazer um círculo com as crianças. Uma criança deverá ser escolhida para adivinhar quem está na Berlinda. Enquanto a criança se ausenta, uma outra criança deve ser escolhida para estar na Berlinda. Esta continuará sentada no círculo, junto às outras. A criança ausente deverá voltar e começar as perguntas. Por que “fulana” está na Berlinda? As respostas poderão ser assim: - Porque é linda; porque é brincalhona; porque é chorona. As respostas deverão caracterizar a criança escolhida, possibilitando a rápida descoberta. Ao final das respostas, caberá ao interrogante dizer o nome do colega. Acertando, a criança da Berlinda se ausentará da sala, continuando a brincadeira. Se errar, pagará uma prenda e escolherá outra criança para ficar em seu lugar.
REFERÊNCIAS:
Macedo. Lino de, texto: Brincar é mais que aprender... (revista Nova Escola-educação infantil .Pré-escola 4 e 5 anos ;nº15 edição especial,agosto .2007).
GARCIA, Regina Leite: FILHO, Aristeo Leite. (orgs.). Em defesa da Educação Infantil. Rio de Janeiro. DP&A. 2001. (coleção O sentido da Escola).
Modulo III:Curso de Pedagogia . 77 p.: il Londrina.
Kishimoto. Tizuko , texto: Escolarização e brincadeira na educação infantil (professor titular da Faculdade de Educação da USP).
OLIVEIRA. R. Zilma. Educação infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002. – (coleção Docência em formação)
http:// www.escolaoficinaludica.com.br/atuacoes/brincar.htm
fonte:http://monoludica.multiply.com/journal?&page_start=60
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PENSAMENTOS
PENSAMENTOS
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."


" O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos."( Rubem Alves )

"As crianças têm uma sensibilidade enorme para perceber que a professora faz exatamente o contrário do que diz".( Paulo Freire )
De que adiantará um discurso sobre a alegria se o professor for um triste?"( Artur da Távolla )

"Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhá-lo, se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem.”
Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade

Mas o oceano seria menor se essa gota não existisse."
(Madre Teresa de Calcutá )






























