sábado, 24 de setembro de 2011
A IMPORTÂNCIA DO RECREIO ESCOLAR
RECREIO ESCOLAR
O artigo de Cruz e Carvalho, 2006, disponível emhttp://www.scielo.br/pdf/cpa/n26/30388.pdf Baseado em pesquisa etnográfica realizada em 2001 numa escola pública de São Paulo.Discorre sobre as relações de gênero entre crianças de 7 a 10 anos, especialmente durante os recreios,interações conflituosas entre os sexos, buscando revelar as múltiplas nuances dos jogos de poder.
O estudo reflete, portanto, um determinado recorte da vivência das relações de gênero entre crianças em um contexto escolar. Apesar de o recreio ter sido o locus principal da observação das interações infantis, houve também entrevistas e acompanhamento em alguns momentos de sala de aula, nas disciplinas de educação artística e educação física, com as crianças de nove e dez anos (3ªs e 4ªs séries).3
Durante o recreio conversávamos com os inspetores de alunos e ao final da pesquisa, também os entrevistamos.A escola pesquisada, localizada na zona oeste da cidade de São Paulo, atendia a cerca de 670 alunos e possuía 40 professores.Nas séries iniciais havia duas turmas por série, com 30 alunos cada, perfazendo um total de 240 crianças.
O grande pátio escolar lembrava um parque, ainda que descuidado. Todo circundado por alambrados, exibia a grama por fazer, algumas cadeiras velhas resultantes da reforma de um anfiteatro, conjunto de elementos que disputavam nossa visão com jardins intercalados de terra batida ou áreas cimentadas.
O trabalho de campo iniciou-se com um mês de visitas semanais sem registros escritos, o que foi uma opção de imersão frente a ambiente tão vasto, diversificado e em constante alteração como era o pátio de recreio. Após este período, houve registros semanais, com exceção das férias do meio de ano. Ao todo foram 28 registros, que priorizaram as ações observadas, mas incluíram também conversas com as crianças sobre os fatos ali vivenciados. Quando possível, seguiam-se determinados grupos e eventualmente, crianças isoladas. Observamos se algumas situações se repetiam, com intuito de verificar se havia uma rotina e se possuíam um significado particular para as crianças.
Agressividade e violência permeiam os conflitos entre seres humanos e não seria diferente entre as crianças, o que tem motivado muitos estudos sobre o desenvolvimento infantil. Nesta análise utilizamos o conceito de conflito como manifestação de interesses diferentes e/ou contrários, em que um dos lados procura superar a resistência do outro visando à realização do seu interesse, quer por meio de cooptação e convencimento, quer pela anulação do interesse do outro.
Enfim, as crianças lidam com modos de viver as relações de gênero que lhes são dados a priori e os recriam de maneira particular, em parte reproduzindo, em parte transformando, vivenciando à sua maneira esse movimento de manter e recriar, que é do conjunto da sociedade. Como parte da sociedade, a escola se constitui num contexto múltiplo e contraditório para as ações individuais, mas nela parecem predominar significados de gênero associados à bi-polaridade, ao antagonismo e à hierarquização.
REFERÊNCIA
CRUZ, Tânia Mara e CARVALHO, Marília Pinto de. Jogos de gênero: o recreio numa escola de ensino fundamental. Cad. Pagu [online]. 2006, n.26, pp. 113-143.
fonte:
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/9917/recreio-escolar
A IMPORTÂNCIA DO RECREIO ESCOLAR
Sugestões de atividades lúdicas para o recreio escolar
PASSA ANEL
As crianças se colocam em fila, lado a lado, sentadas ou em pé, com as mãos unidas. Uma delas é escolhida para passar o anel que está entre as mãos da criança.
Inicia-se o jogo com a criança que está com o anel, passando de uma em uma das crianças, tentando deixar o anel por entre mãos unidas: "Tome este anelzinho e não diga nada a ninguém".
Após ir em todas as crianças, ela já deverá ter deixado o anel com uma delas. Após isso, a criança que estava com o anel e que o passou a outra, pergunta a qualquer uma das crianças, menos àquela que esta com o anel: Com quem você acha que está o anel? Se a criança escolhida acertar, deverá pagar uma prenda.
O anel pode ser substituído por uma pedrinha.
TELEFONE SEM FIO
Regra:
Organizar os jogadores sentados um ao lado do outro em fila.
O primeiro jogador diz uma frase/mensagem no ouvido do colega seguinte. Cada participante após receber a mensagem fala o mais baixo possível no ouvido do colega seguinte até que o ultimo falará em voz alta o que recebeu. A mensagem muitas vezes chega completamente diferente!!!
BOCA DO FORNO
Primeiro uma pessoa é eleita como "o senhor" , esta pessoa irá dar as ordens na brincadeira ,os demais participantes terão apenas que cumprir suas ordens. A ordem consiste em achar um determinado objeto, caso a criança não consiga encontrar e trazer o objeto pedido ela é obrigada a pagar uma prenda que pode ser cantar ou dançar uma musica, imitar um bicho ou qualquer outra coisa.
Senhor: - Boca de Forno
Crianças: - Forno!
Senhor: - Faz o que eu mandar?
Crianças: - Faço
Senhor: - Se não fizer?
Crianças: - Toma bolo.
Então o Senhor manda que as crianças peguem um objeto.
BANDEIRINHA
Formam dois grupos ou dois times, com o mesmo número de crianças. Podem ser do mesmo sexo ou não. Uma linha é traçada dividindo os dois campos. É fixada uma bandeirinha ( que pode ser também um pedaço de pau) em cada campo. As duas bandeirinhas ficam na mesma distância da linha central.
Depois disso, começa o jogo quando os membros dos grupos tentam entrar no campo do outro, tentando trazer da bandeira para o seu campo. O time que conseguir primeiro é o vencedor.
Durante o jogo a criança que for pega dentro do campo adversário será "colada". Se for pega com a bandeirinha na mão, ficará "colada" no local onde a bandeirinha estava fixada.
Se a criança colada não estiver com a bandeirinha na mão, ficará colada no lugar onde for pega. No início do jogo se decide se é do "puxa" ou não.
O time é tirado no par ou impar.
A criança pode ser deslocada por outro jogador do seu time que por acaso chegue ao campo adversário.
ADOLETÁ
A-do-le-tá
Le-pe-ti
Pe-ti-pe-tá
Le café com chocolá
A-do-le-tá
Os componentes fazem formação de roda, onde se desloca a mão direita de forma a bater com a palma no dorso da mão direita do seu componente do lado e assim em diante. Este movimento segue a silabação da música. O último a ser batido de acordo com a silabação da música sai da brincadeira.

PULA CORDA
Enquanto dois jogadores tocam a corda, cada um do grupo pula cantando a cantiga: “Um homem bateu na minha porta e eu abri. Senhoras e senhores, pulem num pé só. Senhoras e senhores, ponham a mão no chão. Senhoras e senhores, dêem uma rodadinha. E vão, pro olho da rua!” (sair fora),
. Quem conseguir chegar primeiro ao final, sem errar no pulo, será o vencedor.
BARRA MANTEIGA
Dividir o grupo em dois. Traçar duas linhas com uma distância média de 8 m entre elas. Os jogadores posicionam-se nas linhas, lado a lado.
Alternadamente, os jogadores vão até o lado adversário. Todos devem estar com as palmas das mãos viradas para cima, braços direitos dobrados na altura da cintura. O jogador bate com a palma de sua mão direita, devagar, em todas as mãos disponíveis, até que, repentinamente, dá um tapa mais definido numa das mãos e corre para o seu lado. Quem receber o toque, imediatamente corre atrás e tenta pegar o adversário Se conseguir, este passa a ser da equipe que o apanhou, e o jogador que o pegou faz a mesma coisa no grupo contrário.
A equipe que conseguir agarrar metade ou mais do outro grupo é a vencedora.
BATATA QUENTE
Para não “morrer” com a bola na mão, as crianças precisam se concentrar e coordenar os movimentos ao ritmo da fala.
-IDADE:A partir de 5 anos..
-LOCAL: Pátio..
-MATERIAL: Bola..
-PARTICIPANTES No mínimo três..
-COMO BRINCAR O grupo fica em círculo, sentado ou em pé. Uma criança fica fora da roda, de costas ou com os olhos vendados, dizendo a frase: “Batata quente, quente, quente... queimou!” Enquanto isso, os demais vão passando a bola de mão em mão até ouvirem a palavra “queimou”. Quem estiver com a bola nesse momento sai da roda. Ganha o último que sobrar..
- Uma opção é pedir para as crianças mudarem o ritmo com que dizem a frase. As que estão na roda têm de passar a bola de mão em mão mais rápido ou devagar, conforme a fala.
MORTO-VIVO
IDADE = A partir dos 4 anos
MATERIAL = Nenhum
ATIVIDADE O condutor irá dispor as crianças enfileiradas na horizontal, cada vez que o condutor falar MORTO, as crianças devem se agachar e quando ele falar VIVO eles devem se levantar, o condutor deverá ir falando cada vez mais rápido para que as crianças se confundam, quem errar sairá da brincadeira até que fique apenas o vencedor, depois a brincadeira recomeça novamente.
OBJETIVO
- Integrar a sala;
- Observação;
- Atenção;
- Agilidade;
- Percepção auditiva;
- Reflexos rápidos.
LENCINHO ATRÁS
Os componentes deverão tirar a sorte para ver quem ficará com o lenço. Deverão sentar na roda com as pernas cruzadas. Quem estiver segurando o lenço corre ao redor da roda enquanto o grupo fala:
Corre, cutia
Na casa da tia
Corre, cipó
Na casa da avó
Lencinho na mão
Caiu no chão
Moça bonita
Do meu coração.
O dono do lenço então pergunta:
- Posso jogar?
E todos respondem:
- Pode!
Um, dois, três!
Deixa então o lenço cair atrás de alguém da roda. Este deverá perceber, pegar o lenço e correr atrás de quem jogou antes que este sente no seu lugar. Se conseguir pegar aquele que jogou ele será o próximo a jogar o lenço, se não conseguir quem jogou o lenço continuará segurando o lenço para jogar atrás de outra pessoa.

AMARELINHA
Brincadeira não só de meninas, a Amarelinha, também conhecida como "Pular amarelinha", é uma brincadeira que estimula a criança a ter noções dos números, trabalhando a ordem das casas numéricas do número um ao número dez, além de estimular à habilidade do equilíbrio, pois as crianças nas áreas que não existem associações de casas, ou seja nos quadrados 1 - 4 -7-10, as crianças apenas podem colocar um pé, e nas demais com casas juntas 2 e 3 -5 e 6-8 e 9 e Céu podem e devem colocar os dois pés.
Para brincar de Amarelinha é preciso riscar o chão com um giz

XADREZ
Aula 1
http://www.clubedexadrez.com.br/menu_artigos.asp?s=cmdview1496
Aula 2
http://www.clubedexadrez.com.br/menu_artigos.asp?s=cmdview1496
Aula3
http://www.clubedexadrez.com.br/menu_artigos.asp?s=cmdview1496
Agradecimentos especiais ao amigo Gérson Peres Batista Editor do Clube de Xadrez www.clubedexadrez.com.br
AS BRINCADEIRAS
jogos como xadrez, dama, ludo, trilha, resta um, dominó, “seis marias”, e outros do mesmo gênero;
cordas, bambolês, brinquedos de chão como “amarelinha” e “rocambole” que poderão ser pintados no chão do pátio (pelos próprios alunos monitores);
cantinho da leitura de gibis;
jogo de cartas como mico, duvido, rouba monte, etc.
brincadeiras de morto vivo, mês, comando corpo, passa anel, rabo do tatu, corre-cotia, pula elástico, etc.
Pintura de tabuleiros para jogos de damas, jogo da velha, etc; nos bancos do pátio. E para as peças, utilizar tampinhas de refrigerante ( forradas ou pintadas.
Pintura de uma mini cidade no chão, para que os alunos possam trazer seus carrinhos, e brincar ali.
* Resgate de brincadeiras, como: amarelinha, ovo choco, gato e rato, e outras que fazem parte do nosso folclore.
* Para os dias de chuva, poderíamos organizar um bingo também.
ELÁSTICO:
Idade: A partir dos 6 anos.
Local: Pátio.
Material: Um elástico de 4 metros com as pontas unidas.
Participantes: No mínimo 3.
Como brincar: Duas crianças são escaladas para segurar o elástico. Elas ficam aproximadamente 2 metros de distância uma da outra, com o elástico na altura do tornozelo e com as pernas afastadas. A criança fica no centro do elástico, tem de fazer todos os movimentos combinados com os colegas antes de iniciar a brincadeira.
Pode ser pular com os dois pés em cima do elástico, com os dois pés fora dele, saltar com um pé só e depois com o outro, etc... Se conseguir, ela passa para a próxima fase: Executar a mesma seqüência de movimentos com o elástico colocando em uma altura maior. Do tornozelo parra para a canela, depois para o joelho até chegar a coxa.
Se a criança errar, troca de posição com um dos colegas que estão segurando o elástico. Ganha quem chegar mais alto sem errar.
CINCO-MARIAS:
Idade: A partir dos 7 anos.
Local: Pátio.
Material: Cinco Saquinhos recheados com areia ou arroz.
Participantes: Um ou mais.
Como brincar: Determine a ordem dos participantes. O primeiro joga os 5 saquinhos para cima deixando-os cair aleatoriamente no chão. Na primeira fase: ele escolhe um dos saquinhos e o joga para cima. Antes de pegá-lo de volta, recolhe com a mesma mão um outro que está no chão. Em seguida joga um dos que estão em sua mão para cima e pega um terceiro, segurando todos juntos na mesma mão. Se o saquinho que está no ar cair, a criança dá a vez para a outra.
O participante passa para a próxima fase se conseguir segurar todos os saquinhos. Na segunda fase: os saquinhos que estão no chão são pegos de dois em dois. O desafio aumenta na terceira fase. Agora, é preciso lançar um saquinho e pegar 3. Depois, jogar um que está na mão e pegar o restante.
Na quarta fase: a criança forma com o polegar e o indicador de uma das mãos uma trave de futebol. Com a outra, joga um saquinho para o alto e empurra outro para dentro desse gol antes de pegar o que está no ar. A criança tem de fazer quatro gols em quatro tentativas.
A última fase: determina os pontos de cada criança. Ela lança os cinco saquinhos ao ar e tenta pegar o máximo possível com as costas da mão. Quantos ficarem em sua mão será o número de pontos. " A brincadeira também é chamada de jogo das pedrinhas."
BAMBOLÊ:
Idade: A partir dos 6 anos.
Como brincar: A criança coloca o bambolê na cintura e o roda. Para mantê-lo girando, é preciso movimentar o quadril, como um rebolado. É possível também rodá-lo em outras partes do corpo: no pescoço, nos braços, nas pernas, além de jogá-lo para cima e tentar encaixar nos braços. Pode se organizar uma competição. O objetivo pode ser ficar mais tempo com ele e torno da cintura ou bambolear andando, sem deixar o brinquedo cair.


MAIS SUGESTÕES:(site - http://www.qdivertido.com.br/vamosbrincar.php)
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Psicomotricidade - Alfabetização alunos de 06 anos da professora Kaanne Moreno
Tapete da Primavera
Este tapete foi confeccionado pela professora Kaanne Moreno, para trabalhar com seus alunos lateralidade.
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PENSAMENTOS
PENSAMENTOS
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."


" O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos."( Rubem Alves )

"As crianças têm uma sensibilidade enorme para perceber que a professora faz exatamente o contrário do que diz".( Paulo Freire )
De que adiantará um discurso sobre a alegria se o professor for um triste?"( Artur da Távolla )

"Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhá-lo, se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem.”
Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade

Mas o oceano seria menor se essa gota não existisse."
(Madre Teresa de Calcutá )










































